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São Pedro Mandou Voltar!!!
Que sufoco passamos nesses dias Minha avó de 84 caiu da escada Quebrou o fêmur Foi internada, precisou ser transferida para uma outra cidade Uma cidade com mais recurso, Sorocaba Demorou, mas foi operada O médico saiu e disse assim: - A Operação foi um Sucesso, mas eu acredito que ela não volta da anestesia, o coração dela está muito fraco, agora, se vocês Tem Fé, essa é a hora de rezar. O mundo caiu em nossas cabeças, principalmente pra minha mãe, minha tia e minha prima que ouviram esta palavras Liguei logo em seguida pra minha mãe, estava em prantos... Peguei um ônibus de São Paulo - Sorocaba, precisava estar ao seu lado Mas foi só por Deus mesmo, Minha Avó é uma mulher de Garra, uma pessoa com vontade de Viver Saiu da UTI, foi para o quarto e deve receber alta dentro de alguns dias Ela está MUITO bem, nem parece que passou por tudo aquilo Os próprios médicos ficaram surpresos, embasbacados Obrigado São Pedro por mandar ela de volta Que garra tem essa minha Avó TE AMO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Escrito por Eduardo Metring às 22h02
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S.O.S Laranjeiras
 O jogo de ontem foi Emocionante sim, nos 90 minutos; Ou melhor, nos 70 primeiros minutos; O Flu tomou um gol besta, Lutou e conseguiu virar o jogo Chegou no resultado necessário para os pênaltis Esse foi o grande erro do Flu; Segurou o resultado Deveria ter mandado logo uns 4, 5 gols Não teve brio, faltou a Raça ARGENTINA Isso!!! Faltou raça e respeito pelos 80 mil torcedores As laranjeiras estão em prantos S.O.S Laranjeiras
Escrito por Eduardo Metring às 21h48
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O BICHO
VI ONTEM um bicho Na imundície do pátio Catando comida entre os detritos. Quando achava alguma coisa, Não examinava nem cheirava: Engolia com voracidade. O bicho não era um cão, Não era um gato, Não era um rato. O bicho, meu Deus, era um homem.

O Bicho - Manuel Bandeira
Escrito por Eduardo Metring às 12h58
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Carta

Há muito tempo, sim, não te escrevo. Ficaram velhas todas as notícias. Eu mesmo envelheci, olha em relevo estes sinais em mim, não das carícias (tão leves) que fazias no meu rosto. São golpes, são espinhos, são lembranças da vida a teu menino, que a sol posto perde a sabedoria das crianças.
A falta que me fazes não é tanto à hora de dormir, quando dizias "Deus te Abençõe" e a noite abria em sonho.
É quando, ao despertar, revejo a um canto a noite acumulada de meus dias e sinto que estou vivo, e que não sonho.
Carta Carlos Drummond de Andrade
Fiz esta poesia no teste do "Chapetuba" Ela é marovilhosa
Escrito por Eduardo Metring às 13h59
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É brincadeira??!!!.....
Que que é isso!!!!!!!!!!!???? É brincadeira o corinthians jogar como jogou; Não teve brío, não teve raça Vai tomá no CÚÚÚ filho da puta Me desculpem as palavras de baixo calão; Precisava desabafar um pouco Time medíocre
Escrito por Eduardo Metring às 01h09
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Ele estava ali e não percebi...
Fui tocado, tenho a certeza disso, Alguma força maior me tocou naquela noite de Domingo Estava Eu lá na Missa, "sozinho", era noite de adoração do Santíssimo O Padre foi se aproximando de mim e me fez ajoelhar no corredor Central Lágrimas escorreram pelos meus olhos Senti um leve arrepio, fiquei gelado Senti a batida do meu coração Senti como se o meu Coração tivesse sido amparado Como se alguém o segurasse em suas mãos Senti o meu coração como ha muito não sentia Foi maravilhoso, quase que indescritível Deus estava ao meu lado e não percebi Eu o maldisse e ele continuou ali Me senti sozinho muitas vezes... Mas ele estava ali Eu é que não percebi... Agradeço a noite que tive Agradeço por ter sido tocado de forma tão singela

Escrito por Eduardo Metring às 00h55
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Borghi!!!
Renato Borghi, meus parabéns pelos seus 50 anos de carreira no Teatro, fico honrado de ter sido um de seus alunos na Oficina do Teatro Promíscuo no Semestre passado. Espero um dia poder trabalhar contigo, seja em Teatro, Cinema ou onde quer que seja. Adoro a sua Garra, você é um ícone do Teatro Nacional, um Mestre, um Doutor, um Ator... Um Ator que luta e acredita no teatro e em sua Magia.
Escrito por Eduardo Metring às 01h36
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Estadão / Caderno 2 / Parte 2
Aos 71 anos, faz o balaço de etapas marcantes da vida
O encontro com Zé Celso, com quem fundou o Oficina, foi o início de tudo.
Renato Borghi nasceu no bairro da Tijuca, no Rio, em 1937. Carioca? Ele assume como sua cidade para a qual mudou aos 17 anos. “Minha pátria é São Paulo”, diz. Na Faculdade de Direito do Largo São Francisco conheceu José Celso Martinez Corrêa e, juntos, fundaram o Oficina. “Nós dois adorávamos música e teatro. Ele era fã de Maria Della costa, eu, de Cacilda Becker. Ele, apaixonado por Isaurinha Garcia, eu, por Dalva de Oliveira. Ele compunha, eu, também. Cercávamos Maísa e Ângela Maria nas saídas dos programas e entregávamos nossas partituras. Claro que elas não nos davam atenção”.
Mas um produtor decidiu lançar Borghi como cantor. Passa a ter aulas de voz com a mãe da atriz Nydia Licia, que o convida a fazer um teste para integrar o elenco de sua companhia na temporada carioca do espetáculo Chá e Simpatia. “Foi muito gentil comigo. Foi no Teatro Bela Vista (hoje Sérgio Cardoso), que era lindo. Ao fim do teste, Sérgio Cardoso disse: o papel é seu e nunca deixe o teatro. Saí gritando de felicidade”.
Estreou profissionalmente em Copacabana, no Rio, em 1958, enquanto seu grupo estreava já no espaço que viria a ser o Oficina. “Quando voltei do Rio, o Zé Celso já tinha escrito A Incubadeira para mim. Aí conheci a Etty Fraser e nós dois saímos em busca de fundos para o Oficina, assinaturas, livros de ouro, apoio dos ricos”. Os ensaios eram noturnos e, durante quatro anos, todo o grupo teve aulas de interpretação com o diretor Russo Eugênio Kusnet (1898 – 1975). “ele e a atriz Henriette Morineau, com quem atuei em Todo Anjo É Terrível e Andorra, no Oficina, foram duas pessoas fundamentais na minha formação. Morineau havia atuado na Comédie Française, ensinou-me muito de palco, pausas, paralisar um gesto para valorizá-lo, inflexões”.

Aos 71 anos, 50 de carreira, Borghi faz um balanço de momentos marcantes da carreira. O primeiro deles, o encontro com Zé Celso. “Daí surgiu tudo. Foram 14 anos de parceria.” O Segundo marco, a saída do Oficina, na noite de reveillon de 1972 para 1973. “Foi uma decisão muito difícil e adiada. Passei a discordar dos rumos do grupo após a imfluência do Living Theatre. Eu e Zé Celso éramos inspiração um para o outro e passávamos a ser empecilho”.
Um novo marco: o encontro amoroso com a atriz Esther Góes. “Sem ela, eu teria dado com os burros n’água na saída do Oficina. Ela era jovem, linda, livre, tínhamos um filho pequeno, e sua parceria foi fundamental para, a partir daí, eu ter começado a produzir meus espetáculos. Juntos fizemos, em 1974, O Que Mantém Um Homem Vivo, coletênia de poesias, música e cena de Brecht.” Eram os anos de chumbo da Ditadura Militar. “Ficamos quatro anos em cartaz, fizemos sessões extras em Salvador, Recife, em várias cidades do Brasil”.
Outro marco: ter começado a escrever, na década de 80. Seu musical, Estrela D’Alva, foi retumbante sucesso no Rio, com Marília Pêra como protagonista. Já na década de 90, outro passo importante, a criação do Grupo Teatro Promíscuo. “O começo de fato foi em 1993, mas a primeira estréia veio depois, com Senhora do Camarim, dirigida por Élcio Nogueira, peça minha que sempre esqueço de citar porque considero uma bobagem”.
Na carreira de Ator, especificamente, Borghi diz que seria “injusto” se não colocasse como marco O Rei da Vela, de Oswald Andrade, dirigida por Zé Celso. “Até então eu era um ator formado no estilo TBC, falava com aquela prosódia européia. Nessa peça fiz as pazes com o Rio, com minha formação teatral anterior, vendo Conchita e Dulcina de Moraes, Grande Othelo, Procópio Ferreira, Jaime Costa, Mesquitinha, Maria Rúbia, Virgínia Lane”. A partir daí, Borghi concilia formação européia com brasilidade. Característica que lhe valeu tornar-se tema de uma dissertação de mestrado, de Manoel LEvy Candeias – Um Ator em Movimento: Renato Borghi, defendida no ano passado, na Unicamp.
Carinho especial nutre também por suas atuações em Galileu, Galilei; Na Selva das Cidades e Tio Vânia. Ganhou o primeiro Molière pelo papel de Piotr, em Pequenos Burgueses (1963) e, no ano seguinte, por Andri, em Andorra, ambos no Oficina. O Rei da Vela lhe vale muitos prêmios, entre eles o Molière e o de Ator da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), prêmio que voltará às suas mãos por Édipo Rei, em 1982, sob direção de Marcio Aurélio. Em 1987, a peça O Lobo de Rayban lhe rende os prêmios Molière, Mambembe, APCA e Apetesp de melhor autor.
Escrito por Eduardo Metring às 01h29
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Estadão / Caderno 2 / Parte 1
Borghi: Ator e Autor em A Cadela De Vison
Ele celebra com peça e exposição 50 anos de sua premiada trajetória artística
Beth Néspoli

Vale a pena chegar mais cedo ao Sesc Santana para ver A Cadela De Vison, nova peça de Renato Borghi que estréia amanhã, sob direção de Elcio Nogueira Seixas. Isto porque mesmo antes de a sala abrir suas portas, o espectador poderá apreciar, no saguão, uma exposição fotográfica com imagens de momentos marcantes da premiada carreira desse Ator e Dramaturgo, que este ano comemora 50 de teatro.
A exposição, aliada à presença do autor no palco, onde contracena com sua sobrinha, a Atriz Luciana Borghi, pode levar o público a esperar uma peça autobiográfica. Não é o caso. Renato Borghi já fez um espetáculo-balanço, de carreira e vida, intitulado Borghi em Revista. Bem diferente é A Cadela De Vison, peça que começou a escrever em 2000. Se há alguma relação com o já realizado, ela pode ser encontrada na peça O Lobo De Rayban, que lhe valeu todos os prêmios de Autor na ocasião de sua estréia (leia abaixo).
Como em O Lobo, o teatro também é tema de A Cadela De Vison. Ou um dos temas. Élcio Nogueira chega a usar a expressão trilogia ao tratar essa peça como uma espécie de continuação temática da primeira, sendo que a terceira está por ser escrita. Na primeira, um ator de 50 anos em crise causada pela separação conjugal e pela paixão por um jovem ator, questiona sua relação com o Palco e a Vida. Curiosamente, Borghi escreveu uma versão feminina do texto, A Loba De Rayban, que deve subir ao palco no Rio ainda este ano, com Cristiane Torloni, intérprete da versão anterior, no papel central.
Apesar do título, também é um ator, Sandro, vivido por Borghi, o protagonista de A Cadela De Vison. Porém, não exatamente o mesmo lobo. Há semelhanças e muitas diferenças. Mais uma vez a ação se passa num palco. Mas, desta vez, o cenário é um teatro antigo, decadente, prestes a ser demolido. Num ato de resistência – também antigo? -, Sandro recusa-se a abandonar / TEXTO É O SEGUNDO DE UMA PROMETIDA TRILOGIA INICIADA COM LOBO DE RAYBAN / o palco. Por que o teatro será demolido, a peça não explica. “Talvez para que um shopping center seja construído em seu lugar”, especula o autor.
Numa pequena sala do Teatro do Centro da Terra, Borghi e sua equipe se preparam para mais uma noite de ensaio – o palco do Sesc ainda não está disponível -, que será acompanhada pela reportagem do Estado. Diante de uma maquete, Elcio Nogueira explica a concepção da cenografia criada por Márcia Moon. “O Sesc Santana é um teatro recém-construído, portanto, era preciso recriar cenicamente a idéia de um palco cheio de história. “O tablado ganhou estruturas circulares, semelhantes a altares, sobre os quais repousam flores, fotos, estatuetas de prêmios, objetos de cena. “Queria que cheirasse a camarim há muito fechado.”
Iniciado o ensaio, na primeira cena, o ator recebe a visita da tal ‘dama’ (Luciana). Logo o público saberá tratar-se de uma cantora morta há alguns anos. Por um motivo ainda misterioso está ali, em carne e osso, chama-se Mona, e há intimidade entre eles. “Pode ser apenas delírio dele, eles podem até ser a mesma pessoa. Essa Peça dá muitas pistas falsas. Começa como se fosse tratar só de um tema, o teatro, mas subitamente fala de afeto, sexualidade, é labiríntica”, diz Élcio.
Borghi conta que um quadro do pintor Edward Munch, visto numa exposição, foi sua primeira fonte de inspiração. “Era um auto-retrato com o título A Cantora e isso me inquietou profundamente. Por que ‘cantora’ se era a imagem dele? Aquela pintura ficou na minha cabeça. Era como se ele e ela fossem um só.” Não é difícil ‘ver’ essa idéia retrabalhada teatralmente nessa peça. “Sandro não é um alter ego meu, mas temos em comum a admiração pelas cantoras. Eu me dei conta que todos os meus mitos são femininos: Dalva de Oliveira, Cacilda Becker, Vivien Leigh, Elis Regina”, diz Borghi. Mona, essa personagem, é claramente uma síntese de muitas estrelas, sobretudo da década de 40 e 50, época de ouro da Rádio Nacional e do Teatro de Revista.
Uma cantora já morta, um ator que busca a morte num teatro prestes a sumir do mapa, um assassinato em meio a tudo isso. Mas que ninguém se engane, Borghi não é homem de desistências. “Quem jamais pensou na morte, não pode valorizar a vida. Esta é, sim, uma peça sobre o fim. A gente de teatro está vivendo momentos difíceis. Há um grito que me fere a carne na submissão do teatro ao mundo corporativo. Quem não pensou em morte não renasce. O renascimento, esse grito, vai vir na próxima peça da trilogia. Palavra de Ator”.
Escrito por Eduardo Metring às 01h18
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Folha de são Paulo
COM 50 ANOS DE CARREIRA, BORGHI MOSTRA “DARK SIDE”
Ator escreve e protagoniza “Cadela de Vison”, que estréia hoje no Sesc Santana
Texto do espetáculo, que discute identidade sexual e esquecimento, é de 1999 e ficou engavetado porque Borghi o achava “esquisito”
Lucas Neves
A “Cadela de Vison” que Renato Borghi, 71, estréia hoje em comemoração aos seus 50 anos de carreira tem pedigree: foi diante de uma tela do norueguês Edvard Munch (1863 – 1944) que o Ator e Dramaturgo começou a conceber a peça que flagra o encontro delirante de um ator com a musa que sempre habitou suas fantasias.
Exposto na 24ª Bienal de São Paulo (1998), o auto-retrato trazia uma silhueta feminina em sua moldura. “Fiquei pirado com aquilo. Ele pintou a cara dele enorme e nomeou ‘a Cantora’. Comecei a me indagar sobre o que seria ela. Ao mesmo tempo, percebi que, em teatro, música, ópera e balé, sempre foi o mito feminino que mais me preencheu”, diz Borghi.
Num cenário circular em que se amontoam faixas, discos e estatuetas de prêmios (“um grande camarim ou um grande velório carnavalizado de uma estrela”, segundo o diretor, Elcio Nogueira), Sandro (Borghi) tem por companhia a tal cadela do título, Mona (Luciana Borghi, sobrinha do Ator), mosaico das divas que idolatrou na juventude – Cacilda Becker, Dalva de Oliveira, Elizeth Cardoso.
É ao lado desse holograma (que se reveza entre os papéis de mãe, confidente, algoz e amante) que ele irá revolver seu baú de mágoas e recalques. De lá, sairão comentários sobre a finitude da vida, o fantasma do esquecimento e a (in)definição da identidade sexual.
“todo mundo tem um mito feminino dentro de si. Não tive medo de colocar isso. Não tenho o menor pudor que alguém ache que sou um transexual, um travesti. Percebi que isso tudo, ficar escondendo das pessoas fantasias, desejos, é indigno do ser humano. A gente tem que ser o que é”, afirma.
Borghi e seu alter ego em cena também compartilham a aflição em relação à crítica teatral. “Antes, as pessoas não só julgavam o espetáculo; acompanhavam o seu desenvolvimento nos grupos. Eram amantes do teatro. Agora, sinto que [a resenha] é mais uma crônica rápida, ‘gostei, não gostei’. Perdeu muito espaço. É um momento meio áspero”, avalia ele.
Escrita em 99, “Cadela de Vison” é a segunda parte de uma trilogia iniciada com “Lobo de Ray-Ban” (87) – e cujo Espetáculo final Borghi promete intitular “Orangotango de Turbante”. Demorou quase uma década para chegar ao palco porque seu autor a achava “esquisita”.

Lado B
Na prática, funciona como uma espécie de “Dark Side” de “Borghi em Revistas” (04), memorial de 45 anos de carreira. “Lá procurei mostrar a coisa mais bonita, colorida do teatro, aquilo que me fez ficar tanto tempo no palco. Depois, percebi que tem uma faceta mais escura, da qual a gente sempre poupa o público: é o lado em que você começa a não mais interessar economicamente, a não ter mais a mesma repercussão que tinha...”, compara.
A economia por sinal, sustenta o que Borghi vê como “uma nova censura”: “Os caras querem julgar o teu ensaio para ver se patrocinam ao não. Até produtos mais banais, como café e margarina, querem saber se o seu Espetáculo faz o perfil deles. Ficar com cara de Delícia Cremosa é demais a essa altura dos acontecimentos”.
Cadela De Vison
Quando: Sexta e Sábado, às 21h; Domingo, às 19h; até 22/06
Onde: Sesc Santana (6971-8700)
Quanto: De R$ 4 a R$ 16
Fonte: Folha de São Paulo; Sábado, 24 de Maio de 2008; Ilustrada/Acontece E9
Escrito por Eduardo Metring às 00h43
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O Monge e seu Coração
Ele se atrapalhava a todo o momento com Amores Se perdia na Vida, Nos trabalhos, em bebedeiras, Se perdia em seu Ser mais profundo Sabia o que lhe atrapalhava E não era um homem, uma mulher, ou seja lá o que for... O que realmente o atrapalhava era o seu Coração Seu coração despertava todos os sentimentos possíveis Do Amor ao Ódio, da loucura ao desejo... Resolveu virar Monge e se refugiar nas Colinas Mas de nada adiantou... Seu coração ainda pulsava... Fez então o que parecia ser impossível Arrancou o seu Coração, pois só assim deixaria de Amar Os anos passaram e ele continua na Colina Continua a fazer sua caminhada por entre árvores e penhascos Mas é uma pena... Já não tem um coração... O pobre Monge que um dia ficou com Medo de se entregar ao Amor Hoje sente medo de não ser amado... Nem mesmo pelos doces colibris
Escrito por Eduardo Metring às 01h16
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Madrugada Alternativa
Como não tinha nada o que fazer em casa, resolvi sair pra dar uma arejada na cuca Fiz o que costumo fazer quando não tem nada Não!!! Não dei os ares pela Praça, mas fui ao mercado 24 horas Eu gosto, fico andando pelos corredores e acabo comprando algumas coisas O Mercado fica a uns 20 minutos de casa, lá na Av. Angélica Na ida fui refletindo um pouco a vida e na volta vim tomando uma Smirnoff Ice Isso me parece mais uma Limonada, fraquinha Depois comi um chocolate Agora to prestes a comer um "Cup Noodles" Gosto de caminhar pela madrugada
Escrito por Eduardo Metring às 00h56
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II FESTIVAL POPular DE CINEMA DE ITAPEVA
DE 19 a 24 DE MAIO DE 2008!!! Nesta edição não estarei presente, será semana final de Curso, não posso faltar, quem sabe não estarei por aí na 3ª edição?!!! Desejo muito sucesso para o Festival!!!!!!!!!!
Quem aparecer por lá vai contar com: OFICINAS, CURTAS, LONGAS, COMPETITIVAS, REGIONAIS, ITINERANTES!!!
http://www.festivalpopdecinema.com
Escrito por Eduardo Metring às 20h28
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Café com Leite
Cheguei a pouco em casa, acabo de sair da pré-estréia do Curta "Café com Leite" de Daniel Ribeiro. A Premiação que receberam em Berlim, Urso de Cristal, não foi em vão, o filme é realmente tocante, consegue atingir o público. Você é surpreendido a todo o momento, os Atores estão ótimos, estão livres, parecem estar em casa. Brilhante trabalho de toda a Equipe. O Dani, Daniel Tavares, está fantástico, parabéns meu Amigo, muita coisa boa ainda está por vir. Mais um grande trabalho de Casting da nossa querida Alice Wolfenson.
Escrito por Eduardo Metring às 02h06
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Atuação Reconhecida!
E reconhecida com mérito!!!!!!!!!!!!! Milhem Cortaz está surpreendente como o Capitão Fábio no longa "Tropa de Elite", e isto lhe rendeu o Prêmio de melhor Ator Coadjuvante Eis um exemplo de Ator versátil Parabéns Milhem

Escrito por Eduardo Metring às 01h53
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